quinta-feira, 28 de maio de 2009

Morte No Castelo, Pearl S. Buck

"Todos os livros contam duas historias: uma respeitante às personagens, outra do autor e ao que o levou a escrever o livro. Morte no Castelo começou há alguns anos, em Inglaterra, quando visitei um belo castelo antigo com o meu sócio nas Stratton productions, Tad Danielewski. Das sombras veneráveis e das torres ameadas do castelo, as personagens emergiam, fictícias, e, contudo, tão singularmente nítidas que a sua história se desenrolou logo no meu espírito."
Pearl S. Buck

Num belíssimo castelo na Inglaterra, vive Sir Richard com a sua mulher Lady Mary, o mordomo Wells e uma jovem criada, Kate que é neta de Wells. Este casal tem por sua conta alguns trabalhadores que trabalham nos campos pertencentes ao castelo. Devido a algumas dificuldades financeiras, o casal só encontra uma solução: vender o castelo para poder pagar aos trabalhadores. Sir Richard recebe três propostas de compra do castelo: uma hipótese é demolir o castelo e construir uma central nuclear (esta proposta é posta de lado porque o casal não quer que o castelo juntamente com a sua beleza seja destruído). Outra proposta é transformar o castelo numa prisão (também foi excluída esta proposta, porque uma prisão também implicaria uma parte da demolição do castelo). A ultima proposta e que aparentemente parecia mais correcta era vender o castelo a um riquíssimo americano, que pretendia usar o castelo como espécie de museu. O casal decide convidar o americano a passar uns dias no castelo. Um dia, quando estão todos reunidos a tratar de negócios, o americano diz que o seu objectivo é levar o castelo para a América. Esta proposta não animou os vendedores e estes tentam convencer o americano a construir o museu na Inglaterra. Nada estava decidido. Certa altura Sir. Richard comporta-se estranhamente. Este afirmaque é rei e que o americano é um inimigo. O americano ao tentar acalmar Sir. Richard, e surpreendido, porque este puxa uma espada e tenta matar o inimigo (o americano). Este "duelo" acaba quando Sir. Richard ao tentar matar o americano cai num alçapão e morre. Depois destes acontecimentos, o americano apaixona-se por kate e decide levar o castelo para a América, porque Lady Mary quer se ver livre do castelo pensando que este esteja amaldicoado.

Impressão de leitura:
Adorei ler este romance, porque de um certo modo, entrei dentro desta historia e vivi juntamente com as personagens a história contada por Pearl S. Buck. O que também me fascinou neste romance, foi o facto de algumas personagens acreditarem em seres desumanos, espécie de almas que no passado habitaram aquele castelo.
A parte que mais gostei, foi quando uma noite Lady Mary e Kate, mesmo sabendo que havia muitos perigos, vagueavam pelo castelo à procura de indícios da existência de um tesouro no castelo. Gostei bastante desta parte, porque envolve varios perigos aos quais as duas mulheres estiveram expostas, e também se Lady Mary e Kate tivessem encontrado o tesouro, não precisavam de se preocupar mais com as suas dificuldades financeiras e não teriam de vender o castelo ao americano.


sexta-feira, 15 de maio de 2009

Diário de Anne Frank

O “Diário de Anne Frank”, é um diário de uma adolescente judaica que teve que fugir dos nazis juntamente com a sua família, durante a 2ª Guerra Mundial.

Aos 13 anos, Anne Frank recebe como prenda de aniversario um diário, ao qual da o nome de Kitty. A partir deste dia, Anne Frank começa a escrever regularmente no diário, começando este por ser uma descrição do dia-a-dia de Anne.
Em Julho de 1942, sentindo que a família estava em perigo, o pai de Anne decide levar a família para um local seguro (anexo secreto), onde os nazis não os encontrariam. Os primeiros dias no anexo secreto, foram dias de adaptação a uma nova vida completamente diferente. Pouco tempo depois, juntou-se ao anexo secreto outra família de judeus, Mr. e Mrs van D. , o seu filho Peter pelo qual Anne se apaixona mais tarde e ainda um dentista chamado Albert Dussel. Nos primeiros meses, os residentes do anexo secreto diziam que Anne era ainda uma criança e que não percebia nada da vida, e isto fazia com que ela começasse a embirrar com todos, e nestes momentos procurava conforto com sua amiga Kitty. Mais tarde, começaram-se todos a dar-se bem, já que Anne tinha crescido e adoptado outros comportamentos e é nesta altura em que Anne trava uma forte amizade com Peter. Durante esta amizade com Peter, Anne escreveu no seu diário como se tinha aproximado e depois apaixonado por Peter, revelando todos os seus sentimentos que sentia por ele. Acabando estes por começar a namorar.
No dia 1 de Agosto de 1944, Anne escreve pela ultima vez no diário, porque na manha de 4 de Agosto, Anne e os restantes habitantes do anexo secreto são presos pelas forças nazis.

Impressão de leitura:
Achei o livro bastante interessante, porque retrata a vida de uma adolescente que viveu durante a 2° guerra mundial e retratou o dia a dia tal como era. Outro motivo por ter gostado muito de ler o livro foi porque eu me interesso bastante sobre os factos da 2° guerra mundial, e neste livro, há uma perfeita descrição de como era a vida diária das pessoas perseguidas durante a guerra. na minha opinião o livro e interessante do inicio ate ao fim, logo não posso discriminar uma parte que me tenha impressionado mais do que as outras.