"Todos os livros contam duas historias: uma respeitante às personagens, outra do autor e ao que o levou a escrever o livro. Morte no Castelo começou há alguns anos, em Inglaterra, quando visitei um belo castelo antigo com o meu sócio nas Stratton productions, Tad Danielewski. Das sombras veneráveis e das torres ameadas do castelo, as personagens emergiam, fictícias, e, contudo, tão singularmente nítidas que a sua história se desenrolou logo no meu espírito."
Pearl S. Buck
Num belíssimo castelo na Inglaterra, vive Sir Richard com a sua mulher Lady Mary, o mordomo Wells e uma jovem criada, Kate que é neta de Wells. Este casal tem por sua conta alguns trabalhadores que trabalham nos campos pertencentes ao castelo. Devido a algumas dificuldades financeiras, o casal só encontra uma solução: vender o castelo para poder pagar aos trabalhadores. Sir Richard recebe três propostas de compra do castelo: uma hipótese é demolir o castelo e construir uma central nuclear (esta proposta é posta de lado porque o casal não quer que o castelo juntamente com a sua beleza seja destruído). Outra proposta é transformar o castelo numa prisão (também foi excluída esta proposta, porque uma prisão também implicaria uma parte da demolição do castelo). A ultima proposta e que aparentemente parecia mais correcta era vender o castelo a um riquíssimo americano, que pretendia usar o castelo como espécie de museu. O casal decide convidar o americano a passar uns dias no castelo. Um dia, quando estão todos reunidos a tratar de negócios, o americano diz que o seu objectivo é levar o castelo para a América. Esta proposta não animou os vendedores e estes tentam convencer o americano a construir o museu na Inglaterra. Nada estava decidido. Certa altura Sir. Richard comporta-se estranhamente. Este afirmaque é rei e que o americano é um inimigo. O americano ao tentar acalmar Sir. Richard, e surpreendido, porque este puxa uma espada e tenta matar o inimigo (o americano). Este "duelo" acaba quando Sir. Richard ao tentar matar o americano cai num alçapão e morre. Depois destes acontecimentos, o americano apaixona-se por kate e decide levar o castelo para a América, porque Lady Mary quer se ver livre do castelo pensando que este esteja amaldicoado.
Impressão de leitura:
Adorei ler este romance, porque de um certo modo, entrei dentro desta historia e vivi juntamente com as personagens a história contada por Pearl S. Buck. O que também me fascinou neste romance, foi o facto de algumas personagens acreditarem em seres desumanos, espécie de almas que no passado habitaram aquele castelo.
A parte que mais gostei, foi quando uma noite Lady Mary e Kate, mesmo sabendo que havia muitos perigos, vagueavam pelo castelo à procura de indícios da existência de um tesouro no castelo. Gostei bastante desta parte, porque envolve varios perigos aos quais as duas mulheres estiveram expostas, e também se Lady Mary e Kate tivessem encontrado o tesouro, não precisavam de se preocupar mais com as suas dificuldades financeiras e não teriam de vender o castelo ao americano.

Impressão de leitura:
Adorei ler este romance, porque de um certo modo, entrei dentro desta historia e vivi juntamente com as personagens a história contada por Pearl S. Buck. O que também me fascinou neste romance, foi o facto de algumas personagens acreditarem em seres desumanos, espécie de almas que no passado habitaram aquele castelo.
A parte que mais gostei, foi quando uma noite Lady Mary e Kate, mesmo sabendo que havia muitos perigos, vagueavam pelo castelo à procura de indícios da existência de um tesouro no castelo. Gostei bastante desta parte, porque envolve varios perigos aos quais as duas mulheres estiveram expostas, e também se Lady Mary e Kate tivessem encontrado o tesouro, não precisavam de se preocupar mais com as suas dificuldades financeiras e não teriam de vender o castelo ao americano.

