quinta-feira, 1 de abril de 2010
segunda-feira, 22 de março de 2010
O Rapaz Do Pijama Às Riscas, John Boyne
O Rapaz do Pijama ás riscas, conta-nos a história de Bruno, um rapaz inocente, que não sabe o que é a guerra, muito menos o que e um campo de concentração.
Bruno é filho de um general alemão, cuja promoção leva Bruno e a sua família para longe da sua confortável casa de Berlim. Da janela do seu novo quarto, Bruno consegue ver uma cerca, e para lá da cerca vê muitas pessoas vestidas com um pijama as riscas. Bruno não gosta da sua nova casa, pois aqui ele não tem amigos para brincar nem nada para fazer, a não ser estudar as lições com um professor privado, Herr Listz. Um dia Bruno resolve aventurar-se, e desvendar o que esta para lá da cerca. Bruno andou, andou ate que avistou ao longe "um pontinho que se transformou numa pinta que se transformou numa mancha que se transformou num vulto que se transformou num rapaz". Este rapaz (Shmuel) torna-se o único amigo de Bruno em "Acho- Vil". Bruno continua a visitar (as escondidas dos pais) Shmuel quase diariamente, o que faz com que a amizade entre eles se intensifique.
Esta amizade faz com que Bruno desperte da ignorância, começa a perceber o que se passa a sua volta.
A certa altura, Bruno tem de voltar para Berlim e planeia uma despedida com Shmuel. Esta despedida leva ao final trágico da acção.
Impressão de leitura:
Gostei muito de ler este livro, porque retrata uma grande amizade em tempos de guerra. Durante o desenrolar da acção, o leitor mergulha na época da 2°Guerra Mundial e apercebe-se como eram os campos de concentração e do sofrimento lá vivido. Este sofrimento é demonstrado na obra, por Shmuel, que é um menino triste, separado da mãe, sempre com fome e apesar de viver entre muitos rapazes, o seu único amigo é Bruno.
A parte da história que mais me impressionou foi o final, que eu gostei muito apesar se ser triste. Mesmo sendo um final triste, mas na minha opinião adequado a esta história, desperta fortes emoções no leitor e põe-no a pensar no sofrimento e na tristeza suportado pelas pessoas naquela altura.
O livro mostra-nos como por vezes e preferível ser inocente como Bruno, e que a amizade supere todas as diferenças.
"As barreiras podem dividir-nos mas a esperança vai unirmos"
Bruno é filho de um general alemão, cuja promoção leva Bruno e a sua família para longe da sua confortável casa de Berlim. Da janela do seu novo quarto, Bruno consegue ver uma cerca, e para lá da cerca vê muitas pessoas vestidas com um pijama as riscas. Bruno não gosta da sua nova casa, pois aqui ele não tem amigos para brincar nem nada para fazer, a não ser estudar as lições com um professor privado, Herr Listz. Um dia Bruno resolve aventurar-se, e desvendar o que esta para lá da cerca. Bruno andou, andou ate que avistou ao longe "um pontinho que se transformou numa pinta que se transformou numa mancha que se transformou num vulto que se transformou num rapaz". Este rapaz (Shmuel) torna-se o único amigo de Bruno em "Acho- Vil". Bruno continua a visitar (as escondidas dos pais) Shmuel quase diariamente, o que faz com que a amizade entre eles se intensifique.
Esta amizade faz com que Bruno desperte da ignorância, começa a perceber o que se passa a sua volta.
A certa altura, Bruno tem de voltar para Berlim e planeia uma despedida com Shmuel. Esta despedida leva ao final trágico da acção.
Impressão de leitura:
Gostei muito de ler este livro, porque retrata uma grande amizade em tempos de guerra. Durante o desenrolar da acção, o leitor mergulha na época da 2°Guerra Mundial e apercebe-se como eram os campos de concentração e do sofrimento lá vivido. Este sofrimento é demonstrado na obra, por Shmuel, que é um menino triste, separado da mãe, sempre com fome e apesar de viver entre muitos rapazes, o seu único amigo é Bruno.
A parte da história que mais me impressionou foi o final, que eu gostei muito apesar se ser triste. Mesmo sendo um final triste, mas na minha opinião adequado a esta história, desperta fortes emoções no leitor e põe-no a pensar no sofrimento e na tristeza suportado pelas pessoas naquela altura.
O livro mostra-nos como por vezes e preferível ser inocente como Bruno, e que a amizade supere todas as diferenças.
"As barreiras podem dividir-nos mas a esperança vai unirmos"
quinta-feira, 28 de maio de 2009
Morte No Castelo, Pearl S. Buck
"Todos os livros contam duas historias: uma respeitante às personagens, outra do autor e ao que o levou a escrever o livro. Morte no Castelo começou há alguns anos, em Inglaterra, quando visitei um belo castelo antigo com o meu sócio nas Stratton productions, Tad Danielewski. Das sombras veneráveis e das torres ameadas do castelo, as personagens emergiam, fictícias, e, contudo, tão singularmente nítidas que a sua história se desenrolou logo no meu espírito."
Pearl S. Buck
Num belíssimo castelo na Inglaterra, vive Sir Richard com a sua mulher Lady Mary, o mordomo Wells e uma jovem criada, Kate que é neta de Wells. Este casal tem por sua conta alguns trabalhadores que trabalham nos campos pertencentes ao castelo. Devido a algumas dificuldades financeiras, o casal só encontra uma solução: vender o castelo para poder pagar aos trabalhadores. Sir Richard recebe três propostas de compra do castelo: uma hipótese é demolir o castelo e construir uma central nuclear (esta proposta é posta de lado porque o casal não quer que o castelo juntamente com a sua beleza seja destruído). Outra proposta é transformar o castelo numa prisão (também foi excluída esta proposta, porque uma prisão também implicaria uma parte da demolição do castelo). A ultima proposta e que aparentemente parecia mais correcta era vender o castelo a um riquíssimo americano, que pretendia usar o castelo como espécie de museu. O casal decide convidar o americano a passar uns dias no castelo. Um dia, quando estão todos reunidos a tratar de negócios, o americano diz que o seu objectivo é levar o castelo para a América. Esta proposta não animou os vendedores e estes tentam convencer o americano a construir o museu na Inglaterra. Nada estava decidido. Certa altura Sir. Richard comporta-se estranhamente. Este afirmaque é rei e que o americano é um inimigo. O americano ao tentar acalmar Sir. Richard, e surpreendido, porque este puxa uma espada e tenta matar o inimigo (o americano). Este "duelo" acaba quando Sir. Richard ao tentar matar o americano cai num alçapão e morre. Depois destes acontecimentos, o americano apaixona-se por kate e decide levar o castelo para a América, porque Lady Mary quer se ver livre do castelo pensando que este esteja amaldicoado.
Impressão de leitura:
Adorei ler este romance, porque de um certo modo, entrei dentro desta historia e vivi juntamente com as personagens a história contada por Pearl S. Buck. O que também me fascinou neste romance, foi o facto de algumas personagens acreditarem em seres desumanos, espécie de almas que no passado habitaram aquele castelo.
A parte que mais gostei, foi quando uma noite Lady Mary e Kate, mesmo sabendo que havia muitos perigos, vagueavam pelo castelo à procura de indícios da existência de um tesouro no castelo. Gostei bastante desta parte, porque envolve varios perigos aos quais as duas mulheres estiveram expostas, e também se Lady Mary e Kate tivessem encontrado o tesouro, não precisavam de se preocupar mais com as suas dificuldades financeiras e não teriam de vender o castelo ao americano.

Impressão de leitura:
Adorei ler este romance, porque de um certo modo, entrei dentro desta historia e vivi juntamente com as personagens a história contada por Pearl S. Buck. O que também me fascinou neste romance, foi o facto de algumas personagens acreditarem em seres desumanos, espécie de almas que no passado habitaram aquele castelo.
A parte que mais gostei, foi quando uma noite Lady Mary e Kate, mesmo sabendo que havia muitos perigos, vagueavam pelo castelo à procura de indícios da existência de um tesouro no castelo. Gostei bastante desta parte, porque envolve varios perigos aos quais as duas mulheres estiveram expostas, e também se Lady Mary e Kate tivessem encontrado o tesouro, não precisavam de se preocupar mais com as suas dificuldades financeiras e não teriam de vender o castelo ao americano.

sexta-feira, 15 de maio de 2009
Diário de Anne Frank
O “Diário de Anne Frank”, é um diário de uma adolescente judaica que teve que fugir dos nazis juntamente com a sua família, durante a 2ª Guerra Mundial.
Aos 13 anos, Anne Frank recebe como prenda de aniversario um diário, ao qual da o nome de Kitty. A partir deste dia, Anne Frank começa a escrever regularmente no diário, começando este por ser uma descrição do dia-a-dia de Anne.
Em Julho de 1942, sentindo que a família estava em perigo, o pai de Anne decide levar a família para um local seguro (anexo secreto), onde os nazis não os encontrariam. Os primeiros dias no anexo secreto, foram dias de adaptação a uma nova vida completamente diferente. Pouco tempo depois, juntou-se ao anexo secreto outra família de judeus, Mr. e Mrs van D. , o seu filho Peter pelo qual Anne se apaixona mais tarde e ainda um dentista chamado Albert Dussel. Nos primeiros meses, os residentes do anexo secreto diziam que Anne era ainda uma criança e que não percebia nada da vida, e isto fazia com que ela começasse a embirrar com todos, e nestes momentos procurava conforto com sua amiga Kitty. Mais tarde, começaram-se todos a dar-se bem, já que Anne tinha crescido e adoptado outros comportamentos e é nesta altura em que Anne trava uma forte amizade com Peter. Durante esta amizade com Peter, Anne escreveu no seu diário como se tinha aproximado e depois apaixonado por Peter, revelando todos os seus sentimentos que sentia por ele. Acabando estes por começar a namorar.
No dia 1 de Agosto de 1944, Anne escreve pela ultima vez no diário, porque na manha de 4 de Agosto, Anne e os restantes habitantes do anexo secreto são presos pelas forças nazis.
Impressão de leitura:
Achei o livro bastante interessante, porque retrata a vida de uma adolescente que viveu durante a 2° guerra mundial e retratou o dia a dia tal como era. Outro motivo por ter gostado muito de ler o livro foi porque eu me interesso bastante sobre os factos da 2° guerra mundial, e neste livro, há uma perfeita descrição de como era a vida diária das pessoas perseguidas durante a guerra. na minha opinião o livro e interessante do inicio ate ao fim, logo não posso discriminar uma parte que me tenha impressionado mais do que as outras.

Aos 13 anos, Anne Frank recebe como prenda de aniversario um diário, ao qual da o nome de Kitty. A partir deste dia, Anne Frank começa a escrever regularmente no diário, começando este por ser uma descrição do dia-a-dia de Anne.
Em Julho de 1942, sentindo que a família estava em perigo, o pai de Anne decide levar a família para um local seguro (anexo secreto), onde os nazis não os encontrariam. Os primeiros dias no anexo secreto, foram dias de adaptação a uma nova vida completamente diferente. Pouco tempo depois, juntou-se ao anexo secreto outra família de judeus, Mr. e Mrs van D. , o seu filho Peter pelo qual Anne se apaixona mais tarde e ainda um dentista chamado Albert Dussel. Nos primeiros meses, os residentes do anexo secreto diziam que Anne era ainda uma criança e que não percebia nada da vida, e isto fazia com que ela começasse a embirrar com todos, e nestes momentos procurava conforto com sua amiga Kitty. Mais tarde, começaram-se todos a dar-se bem, já que Anne tinha crescido e adoptado outros comportamentos e é nesta altura em que Anne trava uma forte amizade com Peter. Durante esta amizade com Peter, Anne escreveu no seu diário como se tinha aproximado e depois apaixonado por Peter, revelando todos os seus sentimentos que sentia por ele. Acabando estes por começar a namorar.
No dia 1 de Agosto de 1944, Anne escreve pela ultima vez no diário, porque na manha de 4 de Agosto, Anne e os restantes habitantes do anexo secreto são presos pelas forças nazis.
Impressão de leitura:
Achei o livro bastante interessante, porque retrata a vida de uma adolescente que viveu durante a 2° guerra mundial e retratou o dia a dia tal como era. Outro motivo por ter gostado muito de ler o livro foi porque eu me interesso bastante sobre os factos da 2° guerra mundial, e neste livro, há uma perfeita descrição de como era a vida diária das pessoas perseguidas durante a guerra. na minha opinião o livro e interessante do inicio ate ao fim, logo não posso discriminar uma parte que me tenha impressionado mais do que as outras.

quarta-feira, 25 de fevereiro de 2009
Zorro, Isabel Allende
Neste livro, Isabel Allende, conta-nos como o pequeno Diego de la Vega se torna o famoso Zorro. No século XVIII, nasce no sul da Califórnia, Diego de la Vega. Diego cresce com o seu irmão de leite, Bernardo a quem é fiel e muito amigo. Durante a infância, Diego de la Vega, aprende varias técnicas e disfarces, que lhe serão muito úteis, quando este se disfarçar de Zorro. Do pai, Diego de la Vega aprende a arte de esgrima, da mãe, aprende a combater e da avó, Coruja Branca, aprende as tradições, costumes dos índios. Foi graças a esta conjunção de culturas que Diego se tornou num rapaz forte, corajoso, justo...
Entretanto, Diego torna-se adulto, devido as possibilidades financeiras do pai, Diego viaja com Bernardo para Barcelona a fim de receber uma boa educação.
Em Barcelona, Diego, descobre a traves do seu professor de esgrima, a existência de uma sociedade secreta chamada "A Justiça" que tinha por fim ajudar e proteger os pobres e indefesos. Rapidamente Diego adere a essa sociedade. Para participar nos actos desta sociedade, Diego necessita de se disfarçar e nasce o Zorro. Zorro ajuda muitas pessoas em Barcelona por isso é perseguido, o que levou com que o nosso herói voltasse para Califórnia. Disfarçados de peregrinos, Diego e Bernardo atravessam Espanha em direcção à Corunha, para finalmente apanharem um barco e seguirem para a América.
Quando finalmente chegam à Corunha, encontram um marinheiro que felizmente também pertencia "A Justiça". Finalmente Diego pode deixar Espanha e voltar à Califórnia. Infelizmente, o barco em que seguiam foi intersectado por piratas. Quando Diego e Bernardo conseguiram escapar, seguiram directamente para Califórnia. Finalmente chegaram, Diego reclama a propriedade onde cresceu, e depois de muitas batalhas e resgates quase impossíveis, Zorro conquista o que pretendia, embora continuasse a ajudar os outros e a combater o mal.
Impressao de leitura:
Foi o primeiro livro que li de Isabel Allende, gostei e pretendo ler mais livros desta escritora. Embora gostasse de todo o livro, a parte que mais me fascinou foi quando Diego regressa à América para reclamar a propriedade onde cresceu. Gostei mais desta parte, porque é nesta altura que Zorro une todas as suas forcas, para salvar o seu pai, e também a fazenda em que cresceu quando era pequeno. Esta é a parte do livro onde há mais acção, logo achei mais interessante.
Entretanto, Diego torna-se adulto, devido as possibilidades financeiras do pai, Diego viaja com Bernardo para Barcelona a fim de receber uma boa educação.
Em Barcelona, Diego, descobre a traves do seu professor de esgrima, a existência de uma sociedade secreta chamada "A Justiça" que tinha por fim ajudar e proteger os pobres e indefesos. Rapidamente Diego adere a essa sociedade. Para participar nos actos desta sociedade, Diego necessita de se disfarçar e nasce o Zorro. Zorro ajuda muitas pessoas em Barcelona por isso é perseguido, o que levou com que o nosso herói voltasse para Califórnia. Disfarçados de peregrinos, Diego e Bernardo atravessam Espanha em direcção à Corunha, para finalmente apanharem um barco e seguirem para a América.
Quando finalmente chegam à Corunha, encontram um marinheiro que felizmente também pertencia "A Justiça". Finalmente Diego pode deixar Espanha e voltar à Califórnia. Infelizmente, o barco em que seguiam foi intersectado por piratas. Quando Diego e Bernardo conseguiram escapar, seguiram directamente para Califórnia. Finalmente chegaram, Diego reclama a propriedade onde cresceu, e depois de muitas batalhas e resgates quase impossíveis, Zorro conquista o que pretendia, embora continuasse a ajudar os outros e a combater o mal.
Impressao de leitura:
Foi o primeiro livro que li de Isabel Allende, gostei e pretendo ler mais livros desta escritora. Embora gostasse de todo o livro, a parte que mais me fascinou foi quando Diego regressa à América para reclamar a propriedade onde cresceu. Gostei mais desta parte, porque é nesta altura que Zorro une todas as suas forcas, para salvar o seu pai, e também a fazenda em que cresceu quando era pequeno. Esta é a parte do livro onde há mais acção, logo achei mais interessante.
Subscrever:
Mensagens (Atom)
